No condomínio cada pessoa tem o seu interesse, e muitas vezes conciliar e chegar à um acordo não é possível sem a intervenção do síndico. Por isso, ter jogo de cintura e a habilidade de resolução de conflitos é essencial para todo e qualquer síndico.

Nesta postagem separamos algumas dicas para te ajudar e dar um norte de onde começar a desenvolver essa aptidão.

Leis condominiais

A pessoa que deve conhecer as leis de ponta a ponta é o síndico. Ter conhecimento das disposições que determinam como deve ser regida a convivência no condomínio deve ser a base para evitar conflitos. Estude e leia atentamente o Código Civil, da convenção de condomínios e no regimento interno.

Ter todas essas informações deixa muito mais fácil na hora de argumentar contra um condômino que desconhece as regras (o que acontece com frequência).

Por exemplo, é permitido que o morador possa modificar a parte interior de seu apartamento, desde que ele obedeça e cumpra as normas sobre obras.

Uma forma de prevenir má interpretações e esclarecer o que é permitido, é fazer uma cartilha explicativa, ou se for necessário, realizar uma assembléia.

Comunicação

Estabelecer canais de comunicação com os moradores é uma excelente forma de administrar os conflitos. Normalmente, alguns condomínios utilizam o livro de ocorrência para anotar as reclamações, assim como também críticas, sugestões e melhorias.

Contudo, uma alternativa ao livro de ocorrência é a criar uma ficha de reclamação, ou realizar este procedimento através de um e-mail ou site. Dessa forma é possível saber tudo que está incomodando os moradores, tornando possível pensar em soluções e medidas para resolver esses conflitos.

Disponibilidade

Estar acessível para os moradores é a chave para a resolução de conflitos. Quando mais você está disposto a achar uma solução, melhor será o resultado.

Existem três atitudes que você deve cultivar na hora de estar efetivamente falando com um condômino: saber ouvir, ser transparente e, principalmente, conversar.

Um simples e breve diálogo pode ser o suficiente para resolver questões envolvendo barulho por exemplo, mas caso isso não resolva, é necessário ouvir todos os lados da história para chegar a uma conclusão. Quando a solução for encontrada, o síndico deve ser transparente nas suas ações para resolver ou prevenir que esta situação ocorra novamente.

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