Com o aumento de animais nas famílias brasileiras, os condomínios precisaram se adaptar à presença dos bichos de estimação. De acordo com o IBGE, existem mais pets presentes nos lares do país do que crianças de até 12 anos. As áreas pets surgiram para facilitar e melhorar a vida dos condôminos que possuem animais. Para quem está fazendo adestramento do animal de estimação, o Espaço Pet no condomínio pode ser um bom ambiente para isso. É comum haver rampa, túnel e arcos para treinar gatos e cachorros de maneira dinâmica, colaborando no processo.

Além da comodidade, implementar esse tipo de espaço em plantas de prédios que estão a venda, traz um ponto a mais para compradores e valoriza a construção. Algumas das vantagens que podemos listar são:

  • Reduz a ida às ruas, o que pode ser perigoso em muitos bairros, principalmente no período noturno (que é quando muitas pessoas têm tempo);
  • As reclamações de vizinhos devido aos barulhos causados pelos pets também pode reduzir, já que o animal pode usar uma área para brincar e gastar energia;
  • Qualidade de vida;
  • Interação entre os animais e amizade com novos moradores, praticando ainda mais a empatia.

Tanto a utilização quanto a manutenção de uma área pet parecem simples. Afinal, não é só ter um espaço destinado aos cachorros e gatos e está tudo bem. Só que a realidade é bem diferente. Existem regras e decisões que precisam ser tomadas relacionadas a esse novo ambiente.

Caso o seu condomínio ainda não tenha um espaço assim e você, síndico ou morador, esteja pensando em implementar, damos algumas dicas.

  1. Primeiramente, é preciso existir uma assembleia para votação ou notificação de todos os moradores. É importante que a maioria esteja de acordo, pois existirão gastos.
  2. Escolher um local especifico para abrigar a área pet, que seja todo cercado para evitar fugas, fácil de limpar e que tenha durabilidade para evitar gastos desnecessários.
  3. Verificar se os animais que frequentarão o lugar possuem todas as vacinas necessárias, além de controle de pulgas e carrapatos. Essa etapa é muito importante e necessária, já que o convívio entre animais e humanos pode levar ao contágio de muitas doenças entre os bichinhos.
  4. Quais são as atrações presentes no pet place? Assim como em um play ground infantil, o espaço dos animais também deve ter circuitos, brinquedos, fontes de água, além de um lugar reservado “pipi dog”.
  5. Limpeza periódica e rotina acertada com os funcionários de serviços gerais,.
  6. Orientação para que os condôminos levem seus animais ao veterinário periodicamente a fim de evitar doenças.
  7. Recomenda-se também que algum profissional da área participe do desenvolvimento dessa nova área.

Algumas regras de convivência também são necessárias. Reclamações podem existir, como em tudo que é feito para coletividade. Mas quanto mais esforços houver para minimizar problemas, melhor é.

Alguns dos pontos que devem ser pensados e listados são:

Vacinação – De novo, essa é uma questão obrigatória para todos os animais que frequentarão o espaço. Aos condôminos, verifique se as vacinas de seu pet estão em dia. Isso é prezar pela segurança dele e de todos em volta.

Higiene – Existem lugares específicos para que os cachorros e gatos façam suas necessidades. Tente respeitar isso e, caso seu animalzinho faça algo em outro lugar, recolha e higienize.

Segurança – Aos portadores de cachorros grandes ou violentos, opte por ir ao pet place em horário de menor movimento e sempre com coleira e fucinheira para não estragar a diversão de todos.

Todas essas sugestões que colocamos aqui, servem para que você possa organizar um espaço especifico para pets ou procurar por um empreendimento que já tenha essa área. É uma novidade no mercado imobiliário que vem conquistando cada vez mais adeptos e admiradores. Afinal, nada mais legal do que dar momentos de qualidade para o mascote da casa.

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